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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A LIRA DO CANÁRIO


Canarinho veio do mato onde eu morava, era a tristeza que nem imaginava,
Quando foi rompida a gaiola ali onde eu morava,
Hoje estou aqui de volta e respirando as madrugadas, aqui nessa floresta tão florada de canários da viola
O impulso animal, lá fiquei longo tempo na floresta ouvindo as liras dos canarinhos,
A água da chuva logo veio bem mais forte e selvagem do que a outra,
Quando voltei, já era sol com toda esperança e logo andei e veio o vento trazendo as liras dos canários,
Tão belo como o espirito de Deus, era a majestade que veio,  só Deus sabe o tempo que fiquei ali ouvindo as mais lindas canções do canários, mas uma vez veio o vento e senti o frio que vinha parado com vento sem sentido, sem liras, sem esperança de uma lira cantada como poemas de um abraço de canário.

Imagem e poema por Kelly Ariane Buás Bráz

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