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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Lembrança do Jardim

Rosa do vale que dormece em meu jardim,
Não quero que morra como desterro em meu peito,
Se es só por meus tristes pensamentos, a saudade embelecia,
Via nas noites cinzentas a saudade me consumindo,
Oh! Longas noites de escuridão que invadiam o meu pobre coração,
Meus suspiros ainda tremem sobre as sombras de meu jardim solitário,
Deixa a sombra ir, nessas noites de cinzas,
Vou escrever aqui, a minha alma esquecida que amou por toda vida.

Poema e Imagem por  Kelly Ariane Buás Bráz 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Saudade Doce

Eu vejo ainda estrelas brilhar,
Naquele aroma de rosas que linda e formosa,
Tão bela! Tão bela!
Parece que vai nos roubando um pouco de amor,
Eu quero sonhar e chorar aqui,
Oh! quantas rosas belas, Ela tão doce cantava a lira das palavras,
Foi nos teus abraços que eu senti,
Que em minha alma consumi,
Mistérios da rosa amante eu dormir.

Por Kelly Ariane Buás Bráz

Fervor do Amor

Quero em teus lábios me afogar de amor,
Suspirar as lindas flores do campo.
E sentir me boiando as inspirações de teu amor,
Nos delírios de amante, e nos teus lábios perfumar o fogo da paixão,
Derramar nas páginas brancas o amor do meu peito,
Para sonhar contigo no fervor do desejo,
Vem comigo, nesta doce vida ser a esperança cheia de sonhos,
Viver as noites belas de amor, em nossos lábios ardentes se descorando por mil beijos de fervor.

Por Kelly Ariane Buás Bráz


terça-feira, 5 de junho de 2012

Amor Cinzento

Quando falo contigo meu bem, são como cinzas adormecidas,
Sou doida talvez por amar tanto,
Ser essa desgraça de poeta e escrever minha vida de delírios,
Sonhando, cantando, amando meu amor, que febril é contar que minhas esperanças do meu coração são doces ilusões de meu amor,
Quando eu ti falei que sou louca, Quando via seus olhos logo brilhavam os meus,
Eu não sei o que minha alma via, mas desmaiava de amor e adormecia.

Por Kelly Ariane Buás Bráz

Amor despedaçado

Todos os meus sonhos foram despedaçados por tantos amores,
Triste coração, por que havia de sangrar dores de amor,
Foi mais uma ilusão, suspiros sem amor, que as flores mucharam e cairam no chão,
É tempo de dormir, descansar o pobre coração, que quando desbotou, viu o amor, sorriu e logo desanimou!
Meu Deus, que o meu coração durma! Que minha alma desperte!
Pois Tudo Morreu!

Por Kelly Ariane Buás Bráz

Estranho Amor

O estranho é ouvir o vento das árvores sem sentimentos,
Ouvir os cantos de viola sem modinhas,
Que horas perdidas!
Meu peito dolorido, muito amor! muita dor!
É o pobre estranho amor, por lendas antigas,
Nessa selva sombria, onde ouço vozes de anjos,
No deserto, as noites, os olhos tem mais ternura,
Vou desmaiar e enlouquecer nessa paixão sem sentimentos e sem venturas.

Por Kelly Ariane Buás Bráz