Todos os dias na estrada da madrugada
Eu ali caminhando de contra o vento
Que saudade, e o amor aumentando mais
Aperta o peito e logo vem a solidão
Eu sei que o meu coração anda desparado
E a lua iluminado a escuridão, e lá vem a chuva batendo no meu coração
Estou com saudade e doida por seu beijo de mel
Penso em ti todos os dias, e o meu amor aumentado mais e mais
Imaginando seus carinhos, seus abraços
Já pintei teu nome na nuvem do céu
Quem poderá dizer qual o caminho certo é Jesus Cristo, Te amo.
Por Kelly Ariane Buás Bráz
São as primeiras canções de palavras de amor com vozes de sabiá, vibrações do coração que agita as liras. São páginas despedaçadas sem cântico de amor, uma primavera sem flores, mas com raios na doce vida a derramar.
domingo, 4 de setembro de 2011
Por aí
Pra casa eu não volto mais
Minhas malas eu coloquei no chão, tudo estava como antes
Acho que eu mudei, e não volto mas pra casa, e agora onde eu vou ficar?
Abrir a porta do coração devagar, e entrei
Meu coração meio amarelado ali estava, e eu falei
Não da mais, eu voltei pra você e aqui para ficar, pois aqui é o meu lugar
Por Kelly Ariane Buás Bráz
Minhas malas eu coloquei no chão, tudo estava como antes
Acho que eu mudei, e não volto mas pra casa, e agora onde eu vou ficar?
Abrir a porta do coração devagar, e entrei
Meu coração meio amarelado ali estava, e eu falei
Não da mais, eu voltei pra você e aqui para ficar, pois aqui é o meu lugar
Por Kelly Ariane Buás Bráz
Segredo
Eu vivo embreagada no perfume do amor
A tua beleza é como um riso do luar que me faz sempre me apaixonar
Há amores, amantes e paixões! Será que tem fim?
O amor tem mil faces e muitas conquistas, será ?
Seus olhos olhando aos meus, sou o cometa flutuante que passou
Quantos elos predem suas mãos? Foi o silêncio que calou ali
São as cripitonias que descem do teu olhar.
Por Kelly Ariane Buás Bráz
A tua beleza é como um riso do luar que me faz sempre me apaixonar
Há amores, amantes e paixões! Será que tem fim?
O amor tem mil faces e muitas conquistas, será ?
Seus olhos olhando aos meus, sou o cometa flutuante que passou
Quantos elos predem suas mãos? Foi o silêncio que calou ali
São as cripitonias que descem do teu olhar.
Por Kelly Ariane Buás Bráz
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